segunda-feira, 8 de junho de 2009
terça-feira, 12 de maio de 2009
quinta-feira, 9 de abril de 2009
A cada 5 moradores de Fortaleza, 1 é evangélico
Tags: Ceará, Evangélico, Fortaleza, Igreja, Pastor
No Estado, número de evangélicos chega a 1,4 milhão. A proporção saltou de 8,2% para 16,2%. Asinformações são do Ministério de Apoio com Informação (MAI), a partir de dados do IBGE
O Censo 2010, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), deverá confirmar uma tendência crescente nas duas últimas décadas: o Ceará está se tornando cada vez mais evangélico e menos católico. Em 2000, ano do último censo, 8,2% dos cearenses afirmaram serem evangélicos (678.656 pessoas). Em 2009, esse percentual saltou para 16,2%, ou seja, cerca de 1,4 milhão de pessoas. A estimativa é do Ministério de Apoio com Informação (MAI), entidade que assessora igrejas em todo o Brasil. Elaboradas a partir das informações do IBGE, as projeções desenvolvidas pelo MAI servem de referência para as ações dos líderes religiosos tendo em vista a expansão da Igreja Evangélica no País.
O levantamento mais recente sobre o perfil religioso do brasileiro foi divulgado na semana passada, no site da entidade. Dentre suas revelações, está um dado que impressiona: o número de evangélicos em Fortaleza chegou a 22% em 2007, ano de referência para os dados referentes a municípios. Isso significa dizer que de cada cinco fortalezenses, um é evangélico. O percentual anterior, do Censo 2000, era de 12,6%.
A expansão na quantidade de fiéis ocorre, como não poderia deixar de ser, paralelamente ao crescimento do número de templos na Capital, como publicado na edição de ontem do O POVO. As igrejas Assembléia de Deus (3,70%), Universal do Reino de Deus (3,10%) e Batista (1,90%) lideram em termos de quantidade de fiéis, de acordo com a projeção do MAI.
De acordo com o teólogo e pastor da Igreja de Cristo de Fortaleza, Carlos Queiroz, esse crescimento acompanha o fenômeno de espiritualismo na sociedade pós- moderna. “Crescem todos os grupos religiosos mais espiritualistas. Os evangélicos têm conseguido maior visibilidade pela capacidade que tem de utilizar os meios de comunicação”, explica. O pastor acrescenta que a estruturação da igreja evangélica também contribui. “O fenômeno denominacional gera um processo de divisão que vai espalhando a presença dos evangélicos em vários bairros. É como se fosse uma árvore, com seus vários galhos”, diz Queiroz. A dona de casa Antônia Moraes, 72, acompanha de perto esse crescimento. Ela é evangélica desde criança e percebe um aumento no número de fiéis e de igrejas pela cidade. “As pessoas estão buscando mais a Deus. Isso é uma grande bênção”, acredita.
> Quando se observa o quadro religioso na Região Nordeste, o Ceará ocupa a 7ª posição em termos de número de evangélicos.
> O Ceará fica à frente apenas de Sergipe (13%) e Piauí (11,8%).
> O estado nordestino com o maior percentual de evangélicos é Pernambuco (25,2%), seguido da Paraíba (20,4%) e do Maranhão (19,9%).
segunda-feira, 9 de março de 2009
IiiiuhuuuuuUUUuuuu

E a vida de mais uma estudante atarefada!!! ;P
“É preciso mostrar aos alunos que o trabalho e a vida deles são parte do trabalho e da vida do país” domingo, 8 de março de 2009
Especial para o nosso dia! :)

Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais.
Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta.
Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha solicitude, e se ela for excessiva saiba me dizer isso com delicadeza ou bom humor.
Que o outro perceba minha fragilidade e não ria de mim, nem se aproveite disso.
Que se eu faço uma bobagem o outro goste um pouco mais de mim, porque também preciso poder fazer tolices tantas vezes.
Que se estou apenas cansada o outro não pense logo que estou nervosa, ou doente, ou agressiva, nem diga que reclamo demais.
Que o outro sinta quanto me dóia idéia da perda, e ouse ficar comigo um pouco - em lugar de voltar logo à sua vida.
Que se estou numa fase ruim o outro seja meu cúmplice, mas sem fazer alarde nem dizendo ''Olha que estou tendo muita paciência com você!''
Que quando sem querer eu digo uma coisa bem inadequada diante de mais pessoas, o outro não me exponha nem me ridicularize.
Que se eventualmente perco a paciência, perco a graça e perco a compostura, o outro ainda assim me ache linda e me admire.
Que o outro não me considere sempre disponível, sempre necessariamente compreensiva, mas me aceite quando não estou podendo ser nada disso.
Que, finalmente, o outro entenda que mesmo se às vezes me esforço, não sou, nem devo ser, a mulher-maravilha, mas apenas uma pessoa: vulnerável e forte, incapaz e gloriosa, assustada e audaciosa - uma mulher.


